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terça-feira, 22 de maio de 2012

Brasil é o único entre os emergentes sem universidades 'top'

O Brasil avança na economia, mas tem um longo caminho a percorrer na educação. O país é o único dos BRICs a não ter nenhuma instituição de ensino superior entre as cem mais bem avaliadas por acadêmicos no mundo todo.
É o que mostra o novo ranking divulgado nesta quinta-feira pela THE (Times Higher Education), principal referência no campo das avaliações de universidades no mundo, que é baseada em Londres.
A Rússia aparece com a Universidade Lomonosov, de Moscou, na 33ª posição. A China tem cinco universidades no ranking (duas em Hong Kong e uma em Taiwan). A melhor é a Tsinghua, de Pequim, no 35º lugar. O Instituto Indiano de Ciência está na 91ª colocação.
Foram ouvidos 13.388 acadêmicos de 131 países para chegar à lista das universidades com melhor reputação
São estudiosos com, em média, mais de 16 anos de trabalho em instituições de ensino superior e 50 trabalhos científicos publicados.
Na liderança, mais uma vez, aparece a americana Harvard, que também lidera o ranking geral da THE divulgado em setembro de 2010 e que a Folha publicou com exclusividade no Brasil.
A diferença entre os rankings é que o geral leva em conta 13 critérios --relação estudante/professor, quantidades de alunos e professores estrangeiros, número de trabalhos científicos publicados, ênfase em pesquisa etc.
O índice de reputação, divulgado pela primeira vez pela THE, considera apenas a imagem que as instituições têm entre os acadêmicos.
Foi pedido que apontassem, entre mais de 6.000, até dez universidades como as melhores do mundo em seus campos específicos.
HARVARD
Os Estados Unidos são o grande destaque, com sete universidades entre as dez primeiras e 45 entre as cem.
Em seguida vem o Reino Unido, com duas entre as dez primeiras (Oxford e Cambridge) e 12 no total.
A surpresa é a Universidade de Tóquio, que aparece na oitava posição. No ranking geral, ela está no 26º lugar.
A Rússia também se destaca. A Lomonosov, em Moscou, é a 33ª com melhor reputação, apesar de nem constar do ranking geral da THE.
Com mais de 50 mil alunos, tem 11 ganhadores do Nobel e investe dinheiro público e privado em pesquisas.
Segundos especialistas, é justamente a falta de investimento em pesquisa que deixa as universidades brasileiras fora desses rankings.
Phil Baty, um dos responsáveis pelo estudo, diz que os rankings baseados em critérios objetivos são muito importantes, mas defende também os de reputação.
"Neste momento em que há uma grande disputa global pelo mercado de alunos e professores, uma boa reputação no meio acadêmico é crucial", afirma Baty.
Fora o Reino Unido, a Europa não aparece bem no ranking. A universidade suíça mais bem colocada está em 24º lugar. A alemã, em 48º. Nenhuma francesa está entre as 50 primeiras.
Itália, Espanha e Portugal não figuram no ranking.
VEJA O RANKING COMPLETO
RankingInstituiçãoPaís
1Universidade HarvardEUA
2Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)EUA
3Universidade de CambridgeReino Unido
4Universidade da Califórnia, BerkeleyEUA
5Universidade StanfordEUA
6Universidade de OxfordReino Unido
7Universidade PrincetonEUA
8Universidade de TóquioJapão
9Universidade YaleEUA
10Instituto de Tecnologia da CalifórniaEUA
11Imperial College de LondresReino Unido
12Universidade da Califórnia, Los AngelesEUA
13Universidade de MichiganEUA
14Universidade Johns HopkinsEUA
15Universidade de ChicagoEUA
16Universidade CornellEUA
17Universidade de TorontoCanadá
18Universidade de KyotoJapão
19Universidade College LondonReino Unido
19Universidade de MassachusettsEUA
21Universidade de Illinois em Urbana-ChampaignEUA
22Universidade da PensilvâniaEUA
23Universidade ColúmbiaEUA
24Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, em ZuriqueSuíça
25Universidade de WisconsinEUA
26Universidade de WashingtonEUA
27Universidade Nacional de CingapuraCingapura
28Universidade Carnegie MellonEUA
29Universidade McGillCanadá
30Universidade da Califórnia, em San DiegoEUA
31Universidade da Colúmbia BritânicaCanadá
31Universidade do Texas, em AustinEUA
33Universidade Lomonosov, em MoscouRússia
34Universidade da Califórnia, em San FranciscoEUA
35Universidade TsinghuaChina
36Universidade DukeEUA
37London School of Economics and Political ScienceReino Unido
38Universidade da Califórnia, em DavisEUA
39Instituto de Tecnologia da GeórgiaEUA
40Universidade NorthwesternEUA
41Universidade da Carolina do Norte, em Chapel HillEUA
42Universidade de Hong KongHong Kong**
43Universidade de PequimChina
43Universidade de MinnesotaEUA
45Universidade de EdinburgoReino Unido
45Universidade de MelbourneAustrália
47Universidade PurdueEUA
48Universidade de MuniqueAlemanha
49Universidade de Tecnologia de DelftHolanda
50Universidade OsakaJapão
51-60*Universidade Nacional AustralianaAustrália

Instituto KarolinskaSuécia

Universidade de Nova YorkEUA

Universidade Estadual de OhioEUA

Universidade Nacional de SeulCoreia do Sul

Universidade TohokuJapão

Instituto Tecnológico de TóquioJapão

Universidade da Califórnia, Santa BárbaraEUA

Universidade de PittsburghEUA

Universidade de SydneyAustrália
61-70Universidade BostonEUA

Escola PolitécnicaFrança

King's College de LondresReino Unido

Universidade Estadual da PensilvâniaEUA

Universidade Técnica de MuniqueAlemanha

Universidade da FlóridaEUA

Universidade de ManchesterReino Unido

Universidade de Maryland, College ParkEUA

Universidade de ZuriqueSuíça

Universidade UppsalaSuécia
71-80Escola Politécnica Federal de LausanneSuíça

Universidade Humboldt de BerlimAlemanha

Universidade LundSuécia

Universidade Estadual de MichiganEUA

Universidade Estadual de Nova Jersey, RutgersEUA

Universidade do ArizonaEUA

Universidade do ColoradoEUA

Universidade do Sul da CalifórniaEUA

Universidade UtrechtHolanda

Universidade Washington, Saint LouisEUA
81-90Universidade Católica de LeuvenBélgica

Universidade IndianaEUA

Universidade LeidenHolanda

Universidade National de TaiwanTaiwan*

Universidade Ruprecht Karl de HeidelbergAlemanha

Universidade Texas A&MEUA

Universidade de AmsterdãHolanda

Universidade de BristolReino Unido

Universidade de LeedsReino Unido

Universidade de QueenslandAustrália
91-100Universidade Hong Kong de Ciência e TecnologiaHong Kong**

Instituto Indiano de CiênciaÍndia

Instituto de Ciência e Tecnologia Avançada da CoreiaCoreia do Sul

London School de Higiene e Medicina TropicalReino Unido

Universidade Tecnológica de NanyangCingapura

Universidade de HelsinqueFinlândia

Universidade de Paris, Pantheon-SorbonneFrança

Universidade de SheffieldReino Unido

Universidade de VienaÁustria

Universidade de WaterlooCanadá
Fonte: Times Higher Education
* A partir da 51ª posição, como as diferenças são pequenas, os autores do ranking decidiram agrupar as universidades em grupos de 10, listados em ordem alfabética
** Hong Kong é uma região administrativa especial da China
* Taiwan é, oficialmente, uma província da China embora funcione de fato como entidade política autônoma
Fonte:Folha.com
VAGUINALDO MARINHEIRO
DE LONDRES
 

domingo, 20 de maio de 2012

PROFISSÕES

Farmácia

Bacharelado

É o estudo da composição e dos processos produtivos de medicamentos, cosméticos e alimentos industrializados. O farmacêutico pesquisa e prepara medicamentos, cosméticos e produtos de higiene pessoal, examina e testa substâncias e princípios ativos que entram em sua composição e observa as reações provocadas no organismo. Registra novas drogas, distribui e comercializa os produtos e verifica se chegam ao consumidor dentro das normas sanitárias. Em laboratórios de análises clínicas, pesquisa, registra e realiza exames clínico-laboratoriais e toxicológicos para auxílio do diagnóstico e acompanhamento de doenças. Em farmácias, distribui medicamentos e prepara fórmulas personalizadas. Na indústria alimentícia, controla a qualidade das matérias-primas e do produto final, estudando e estabelecendo métodos para evitar e detectar adulterações e falsificações, a fim de impedir danos à saúde pública.

O mercado de trabalho

As oportunidades de trabalho para o farmacêutico têm se ampliado. Além dos tradicionais postos em indústrias de medicamentos e insumos farmacêuticos, que absorvem boa parte dos profissionais formados, as farmácias e drogarias em todo o país continuam contratando para cumprir a exigência de ter ao menos um farmacêutico em seu quadro. O Brasil é o país com o maior número desses estabelecimentos no mundo - são 79.010 farmácias e drogarias, segundo o Conselho Federal de Farmácia. Nas indústrias farmacêuticas, o profissional pode atuar na área administrativa e lidar, por exemplo, com o registro de medicamentos e a farmacovigilância, além das áreas técnicas, produtivas, de pesquisa e desenvolvimento. Crescem as oportunidades também na indústria cosmética e na manipulação em farmácias especializadas. Ainda no ambiente corporativo, o farmacêutico encontra trabalho nas indústrias químicas, de alimentos e de biotecnologia. Nesses casos, as vagas concentram-se mais em São Paulo, mas há oportunidades no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Na Região Norte, demandam profissionais as empresas de fitoterápicos (medicamentos à base de plantas). Já no Nordeste, existem polos industriais nos segmentos de alimentos e medicamentos. "As farmácias de hospitais do setor público antes tinham apenas um farmacêutico. Agora, além de ampliarem as equipes, elas estão aperfeiçoando o trabalho e são um campo interessante de atuação", diz Guacira Corrêa de Matos, coordenadora da graduação da UFRJ. Clínicas e hospitais de atendimento a pacientes com câncer contratam o profissional para administrar os medicamentos de quimioterapia. Ainda no setor público, há concursos para atuar nas equipes do Programa de Saúde da Família e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

Salário inicial: R$ 1.410,00 (em hospitais, laboratório de análises clínicas e clínicas de saúde); R$ 1.685,00 (em farmácias, drogarias, etc.); fonte: Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo.

O curso

As matérias das áreas de biologia, física e química acompanham o aluno durante todo o curso. Nos três primeiros anos, você estuda química orgânica, inorgânica, analítica, parasitologia, microbiologia, imunologia e anatomia. Entre as disciplinas profissionalizantes estão fisiopatologia, toxicologia, análise e controle de qualidade, química farmacêutica, farmacologia, tecnologia farmacêutica e de cosméticos. As aulas práticas, em laboratório, ocupam grande parte da carga horária. O estágio é obrigatório, assim como o trabalho de conclusão de curso. Fique de olho: Algumas instituições oferecem o curso de Farmácia e Bioquímica.

Duração média: cinco anos.

Outros nomes: Ciên. Farm.; Ciên. Quím. e Farm.; Farm. e Bioquím.; Farm.-Bioquím.

O que você pode fazer

Análises clínicas e toxicológicas

Analisar material biológico, como sangue, fezes e urina, para detectar doenças provocadas por agentes infecciosos, alimentos, produtos químicos ou drogas.

Atenção farmacêutica

Orientar pacientes em drogarias, laboratórios e indústrias farmacêuticas que mantêm ativo o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

Área ambiental

Controlar a qualidade da água, do solo e do ar em determinadas regiões.

Biologia molecular

Pesquisar e realizar análises laboratoriais envolvendo técnicas de biologia molecular para diversos exames, como o de paternidade.

Cosmetologia

Formular cosméticos e produtos de higiene em indústrias e farmácias de manipulação. Atuar no controle de qualidade desses produtos.

Farmácia clínica

Acompanhar pacientes internados e submetidos a tratamentos longos. Assessorar médicos e enfermeiros.

Farmacovigilância

Analisar medicamentos e cosméticos para saber se estão cumprindo o que prometem e se atendem às necessidades dos consumidores.

Medicamentos

Pesquisar e testar princípios ativos e a aplicação de novas drogas nas indústrias farmacêuticas.

Pesquisa clínica

Observação clínica de pacientes que recebem medicamentos novos no mercado.

Vendas

Comercializar medicamentos em drogarias e vender para hospitais e postos de saúde. Preparar remédios individualizados, conforme prescrição médica.

Vigilância sanitária

Analisar e controlar produtos industrializados, sejam eles medicamentos ou cosméticos, insumos para laboratórios ou alimentos frescos ou em conserva.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/saude/farmacia-601797.shtml

Como parar de enrolar e começar a estudar em 7 passos

Você é daqueles que ficam deixando tudo para depois e acabam sempre acumulando um monte de coisa para estudar? Conversamos com especialistas para reunir dicas práticas para ajudar a vencer esse hábito

Ana Prado | 25/04/2012 13h 33

É ano de vestibular e há um monte de coisa para estudar e livros para ler. Você ia começar a maratona de estudos em janeiro, mas todos os seus amigos ainda estavam de férias e você achou que merecia relaxar um pouco também. Justo. Mas, em fevereiro, ainda estava em ritmo de férias e achou que teria tempo suficiente para estudar ao longo do ano. Resultado: adiou tudo mais um pouquinho. Então chegou o mês de março. Mas aí seu irmão veio com um videogame novo e você foi incapaz de focar nos estudos enquanto não zerasse os jogos que ele comprou. E agora já estamos quase em maio e já tem matéria acumulada para estudar.
Identificou-se com essa história? Se a resposta for sim, saiba que você não é o único. E que essa enrolação toda tem até um nome (bem feio, por sinal): procrastinação. A palavra, do latim, significa basicamente deixar de lado ou postergar para outro dia. "Esse problema não acomete só os estudantes; os adultos também fazem isso", explica o professor Alberto Francisco do Nascimento, coordenador do Anglo Vestibulares. "Quando vamos viajar, por exemplo, mesmo que tenhamos comprado as passagens há meses, acabamos sempre fazendo a mala na última hora", completa.
A procrastinação é algo tão comum entre os estudantes, que muitas universidades americanas mantêm páginas em seus sites oficiais com conselhos de como vencê-la. Depois de consultar estudos e especialistas no assunto, reunimos aqui algumas dicas para ajudar você a parar de enrolação.

1. Saiba o que quer.
Quando você realmente quer algo, se sente mais motivo a lutar por isso. Se não está muito certo, fica mais difícil. É o que acontece, por exemplo, caso o seu pai queira que você se empenhe para passar em Medicina, enquanto sua preferência é pelo Jornalismo. Assim, resolva essa questão o quanto antes e descubra o que realmente quer fazer.

2. Organize-se. Mas respeite o seu tempo para a diversão também
É preciso ter tempo para tudo, incluindo dormir o suficiente, comer e se divertir um pouco. Você não precisa (nem pode!) riscar essas coisas do seu planejamento. "O que não pode é reservar mais tempo para o lazer do que para o estudo", diz o professor Alberto. A melhor maneira de organizar isso é ter um bom planejamento. "Se não tiver isso, a pessoa acaba passando quatro horas no Facebook e deixa só meia hora para estudar", completa. Assim, monte um cronograma com as tarefas que precisam ser feitas, mas inclua nele um espaço para um cineminha e coisas assim.

- Aprenda a organizar seus estudos
3.Seja realista quanto ao tempo que você levará para cada tarefa
"Os procrastinadores tendem a ser ‘heroicos’ em relação ao tempo: eles estimam que levarão duas horas para completar uma tarefa para a qual a maioria das pessoas levaria quatro", diz a página sobre procrastinação do site da Universidade da Carolina do Norte. Antes de fazer seu planejamento, descubra quanto tempo você realmente leva para fazer as coisas ao traçar planos - mas leve sempre em consideração imprevistos e interrupções. Em uma tarde de perfeita concentração e disposição, pode ser que você leve apenas uma hora para resolver todos os exercícios de gramática que tem para aquele dia. Mas se o mais comum é que esteja sempre meio cansado quando senta para resolvê-los, precisa ser realista e considerar que precisará de mais tempo. Estabelecer alvos difíceis de cumprir só irá desanimá-lo.

4. Comece!
Para o especialista em procrastinação Timothy A. Pychyl, deixar tudo para depois pode virar mania - e, para vencê-la, é necessário estabelecer um novo hábito: começar as coisas já. Trocar o "depois eu faço" pelo "vamos resolver isso logo" é um primeiro passo fundamental para vencer a enrolação. Sem contar que, quanto mais a gente enrola, mais complicadas as tarefas parecem ser. Se você matar os exercícios de logaritmo logo depois da aula, terá grandes chances de descobrir que a matéria não é tão impossível quanto parece (até porque a explicação do professor ainda estará mais fresca em sua cabeça).

5. Livre-se das distrações
Quando for estudar, desligue a TV e o celular. Se o videogame é uma grande tentação, esconda-o até colocar suas tarefas em dia. Dependendo do seu nível de procrastinação, pode ser necessário tomar atitudes mais radicais. Se o Facebook se tornou um vício, por exemplo, instale algum programa que controle o acesso a redes sociais no seu navegador ou desinstale o aplicativo do seu smartphone. O importante é detectar o que atrapalha você e se livrar disso.
- Confira 13 dicas para se concentrar na hora dos estudos
6. Encare seus estudos como uma profissão
Você está se preparando para entrar em uma faculdade com o objetivo de virar um bom profissional, certo? Isso quer dizer que, quando arrumar um emprego na área dos seus sonhos, você pretende se dedicar ao máximo e ser responsável. "Assim como acontecerá em sua vida profissional, é necessário que você, como estudante, cumpra horários, se organize, faça cronogramas de trabalho e siga os planos com seriedade", explica o professor Alberto. Acredite: no trabalho, você não terá a opção de esperar até ter vontade de fazer as coisas. Por que não começar a adquirir para si essa responsabilidade agora mesmo?
7. Aprenda a gostar de estudar
Às vezes, precisamos nos acostumar com certos alimentos que nos fazem bem, como alguns legumes e vegetais. Com o tempo, a gente acaba até gostando. O mesmo pode acontecer com os estudos - ou com as matérias em que você tem mais dificuldade. Esforce-se para aprender a gostar delas. Quando começamos uma tarefa com pensamentos como "que droga, vou ter que estudar essa matéria horrorosa!", a coisa já começa mal e sua mente não vai ajudar tanto quando ajudaria em algo prazeroso - como o videogame.

Fonte:http://www.guiadoestudante.abril.com.br

Atualidades é fundamental para os vestibulandos

Você está por dentro do que se passa no país? E no mundo? Então, fique atento às dicas dos professores Carolina Bataier/Agência BOM DIA

Você sabe quais são as mudanças propostas pelo Novo Código Florestal brasileiro? E sobre a atual situação econômica dos países europeus, você tem um bom conhecimento? 

Se sua intenção é ser aprovado no vestibular de uma das universidades mais concorridas, é importante estar por dentro do que se passa no Brasil e no mundo, seja na área de ecologia, economia ou política.

“Além dos conteúdos de geopolítica, os temas de atualidades podem ser suporte para desenvolver outros conteúdos, como redação e língua portuguesa, por exemplo”, lembra o professor de geopolítica Wellington Damacena.

A boa notícia é que não é preciso grande esforço para conseguir informações sobre atualidades: basta ligar a TV, abrir os jornais e revistas ou mesmo acessar a internet.

“É importante que o estudante tenha o hábito de ler um jornal de circulação nacional ou, pelo menos, estadual”, explica o professor.

Nesta página, professores de geopolítica dão suas sugestões para quem quer complementar aquilo que é visto em sala de aula. Fique de olho!

Internet, jornais e TV
De acordo com o professor Juliano Sousa, uma forma simples de estar por dentro de assuntos relacionados à política nacional e internacional é assistir aos noticiários da TV. “Além disso, temos a internet, que oferece grandes portais com editorias de atualidades, que trazem informações sobre política e internacional, além de meio ambiente, que não deixa de ser um tema importante”, ressalta o docente.

Publicações específicas
“Existem publicações, como o ‘Almanaque Abril Atualidades’, que trazem resumos de reportagens sobre acontecimentos dos últimos tempos”, diz o professor Rubens José Benini. O almanaque é relançado de seis em seis meses e pode ser encontrado em livrarias ou bancas de jornais. Rubens sugere também aos estudantes que estão em busca de uma vaga nos cursos mais concorridos uma leitura mais aprofundada, como o jornal francês ‘Le Monde Diplomatique’, que tem versão em português.

De olho nos temas
Os professores sugerem temas que não podem passar batidos por quem quer ser aprovado:
- Crise europeia de 2011
- Primavera Árabe
- Desenvolvimento econômico da China
- Aprovação do novo Código Florestal
- Conferência Rio + 20
- Lixo eletrônico e as questões ambientais

Dica de site: www.brasilescola.com

ENEM

De 98 a 2011, veja a análise dos temas das redações do Enem

Escrever uma redação realmente não é uma tarefa fácil para a maioria dos estudantes. O tema deve estar de acordo com a proposta, e a linguagem tem que estar adequada, sem esquecer que tudo isso deve estar no modelo de dissertação. É exatamente nessa parte da prova que os alunos sentem mais dificuldade, principalmente por não saberem como abordar certos temas ou até mesmo por falta de repertório. A Universia Brasil, rede ibero-americana de colaboração universitária presente em 23 países, destrinchou todos os temas propostos nas redações do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), de 1998 a 2011.
Os temas foram analisados e interpretados pela professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, de São Paulo, para facilitar o desenvolvimento do seu texto na hora da prova. A professora afirma que a única maneira de melhorar o seu texto é praticando. "Treinar com frequência e analisar a correção feita por um professor só vai agregar ao seu crescimento", afirma. Ela ainda acrescenta que ler é essencial para a consolidação do repertório cultural, o que acaba destacando a redação entre as demais.
Como uma espécie de "cola do passado", ao final você sentirá mais facilidade na hora de fazer a sua redação. "Não perca tempo e vá direto ao ponto. Analise o tema, leia os textos que são oferecidos pela banca e desenvolva", aconselha a professora.
Confira as principais possibilidades de desenvolvimento e os pontos que merecem destaque para você se dar bem no Enem 2012:
Interpretação do tema redação Enem 1998: Viver e Aprender
Para o tema Viver e aprender cobrado no Enem em 1998, o estudante deveria analisar de maneira crítica o sentido da vida.
Segundo a professora Cida, entre as opções de desenvolvimento seria apresentar o texto de maneira otimista, assim como a música oferecida pela banca como texto base, sempre fazendo uma ressalva dos obstáculos inerentes à vida e a contraposição. "A música de Gonzaguinha neste caso é sinônimo de aprendizado", afirma.
A professora lembrou ainda que este é um tema amplo, e que a banca do Enem estava extremamente positiva.
Interpretação do tema redação Enem 1999: Cidadania e participação social
A ideia é questionar até que ponto o jovem pode tomar para si a função de adulto. "Nesta edição, o tema da redação é ampliado. O aluno tem dados, quadrinhos e depoimentos como base para selecionar os argumentos úteis para defender o seu ponto de vista", diz.
A questão de cidadania sobre os Direitos e Deveres também é uma opção de desenvolvimento, principalmente quando pensamos no jovem frente à política e temas que questionem a dependência dos adultos e individualismo dos jovens.
A palavra-chave deve ser o protagonismo dos jovens, e a partir dela o estudante deve desenvolver o texto com a ideia de se libertar dos adultos. "A proposta da banca é mostrar que o jovem deixa de ser figurante para ser o principal", afirma.
Interpretação do tema redação Enem 2000: Direitos da criança e do adolescente
Para o tema de redação "Direitos da criança e do adolescente. Como enfrentar esse desafio nacional?" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2000, a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, comenta a importância de estar por dentro do que acontece no País, e no mundo, já que em 2000 foram comemorados os 10 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "A proposta simplesmente pede que o candidato responda ao questionamento que é feito", disse.
A professora acrescenta que como este é um tema concreto, a tendência é facilitar a produção textual. "Nesse caso, não há risco de desviar o tema, e se perder na redação", afirma.
Como ideia de argumentação, pode-se explorar que a ECA não é respeitada, e que a melhor forma de exemplificar isso é mostrar o trabalho escravo e a exploração das crianças e dos adolescentes que acontecem mundo afora. Basta uma leitura atenta dos textos base que foram oferecidos, no caso uma charge e a própria constituição para que o aluno estivesse apto a escrever suas considerações acerca da proposta.
Interpretação do tema redação Enem 2001: Desenvolvimento e preservação ambiental
Com o tema de redação "Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?" que caiu na prova do Enem de 2001, a banca propõe vários textos, charge, tirinhas e muitos estímulos para o candidato selecionar o melhor e a partir disso desenvolver o seu texto.
Segundo a professora Cida, a melhor opção de desenvolvimento é expor a ideia de sempre respeitar os Direitos Humanos e manter um equilíbrio entre o desmatamento e preservação ambiental. "Ao desenvolver este tema o aluno deve ter muito cuidado para não ser tendencioso e acabar sem argumentos concretos", afirmou.
Como argumento, o candidato poderia ter exemplificado que a partir da fala do ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush é possível identificar que existe uma enorme resistência humana em preservar o meio ambiente.
Também se pode explorar a falta de postura dos países desenvolvidos, que se mostram sem compromisso com a questão ambiental do mundo, visando apenas o lucro, principal engrenagem do capitalismo.
Interpretação do tema redação Enem 2002: O direito de votar
Para o tema de redação "O Direito de Votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais de que o Brasil necessita?" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2002, a professora Cida explica que a proposta da banca examinadora do Enem é resgatar o valor do voto, não apenas dos jovens, mas de todos os cidadãos.
A dica da professora para o desenvolvimento de um bom texto é abordar a questão da importância das Diretas Já e a nova postura brasileira em relação ao voto. "O estudante deve aproveitar as informações que são fornecidas para criar argumentos concretos. A foto do comício pelas Diretas Já, em 1984 é uma chave para o desenvolvimento do texto", afirma.
A professora lembra que usar palavras-chaves e expressões marcantes também são bem vistas pela banca. Neste caso, existem várias vertentes para o mesmo tema. Caberia fazer, por exemplo, uma análise de que o voto é considerado - pela grande maioria das pessoas - como um dever e não como um meio de promover as transformações necessárias no País. "Isso serviria tanto para justificar como para condenar a falta de interesse e não consciência da importância deste ato. Importante lembrar que ainda hoje existe o voto de cabresto, e talvez por isso a falta de credibilidade", analisa a professora Cida.
Interpretação do tema redação Enem 2003: A violência na sociedade brasileira
Mais uma vez o Enem propõe um tema de questão social. Para o tema de redação "A violência na Sociedade Brasileira: como mudar as regras desse jogo?" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2003, a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, explica que a banca examinadora do Enem fornece dados da violência, infográfico e textos que podem servir de base para o desenvolvimento da redação. Além de considerar as causas e as consequências da violência, o aluno deve abordar também as possíveis soluções para mudar as regras desse jogo.
A professora Cida indica que uma das opções para este tema é chamar a atenção das autoridades para encontrar uma solução para a violência. "O aluno deve mostrar que a sociedade está cansada de tanta barbaridade e que o crime não deve ser feito", afirma.
Além de mostrar as causas da violência, o candidato deveria propor soluções para combatê-la, sempre de maneira equilibrada. "O aluno não poderia propor a pena de morte, já que este é um assunto muito delicado e forte. Como solução ele poderia sugerir a cultura do encarceramento, muito comum no Brasil", diz.
Como vivemos em um País onde a desigualdade social continua discrepante, a violência pode se considerada como um tema banal. Mesmo assim, o candidato deve propor uma punição exemplar mostrando que está atento aos acontecimentos cotidianos e as atualidades. "A violência já se tornou trivial, não tem como ser combatida", afirma.
Interpretação do tema redação Enem 2004: Como garantir a liberdade de informação e evitar os abusos nos meios de comunicação
A sociedade em questão novamente. Para o tema de redação "Como garantir a liberdade de informação e evitar os abusos nos meios de comunicação?" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2004, a professora Cida explica que em tema como este os estudantes devem tomar muito cuidado ao sugerir certas medidas, já que elas podem acabar influenciando atitudes controladoras.
Propondo este tema, a banca examinadora se mostra tendenciosa. Ao deixar o candidato tranquilo em relação ao tema, ele poderia colocar o veto ou a intervenção do Estado nos meios de comunicação como uma das soluções para este problema.
De acordo com a professora existem abusos, sensacionalismo e apelação das grandes mídias para atingir boas audiências, mas a liberdade de informação não é um abuso e sim um direito. "Reconhecer que os abusos acontecem não significa que o governo seja o responsável pela decisão do que deve ou não ser transmitido", afirma.
O entretenimento pode ser abordado como algo saudável e o controle da informação deve ser uma responsabilidade da sociedade, ou seja, para evitar os abusos cometidos nos meios de comunicação a própria população deve monitorar. Isso faz para do processo de autorregulamentação.
Interpretação do tema redação Enem 2005: O trabalho infantil na realidade brasileira
Para o tema de redação "O trabalho infantil na realidade brasileira" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2005, a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, analisa que o estudante mostre que o trabalho rouba a infância, que tira a oportunidade da criança frequentar a escola e explora a família. Trabalhando o texto em cima destes pontos o candidato teria a possibilidade de mostrar a realidade brasileira e a sua relação direta com o trabalho infantil.
Como solução, a professora sugere a fiscalização das grandes empresas e, consequentemente, a multa em caso de descumprimento de alguma regra. Outro ponto importante é o valor que o trabalho tem para as famílias rurais. "O trabalho para a grande maioria delas (famílias rurais) serve tanto para enobrecer a criança quanto para ajudar na renda. O trabalho protege da marginalidade e garante a renda familiar."
Dependendo do desenvolvimento do texto, o aluno poderia fazer uma denuncia em relação à omissão do poder público e ressaltar que as crianças são obrigadas a trabalhar porque a remuneração de seus pais não é digna, o que implica na falta de dinheiro para custear as necessidades básicas de uma família.
Interpretação do tema redação Enem 2006: O poder da transformação da leitura
Para o tema de redação "O poder da transformação da leitura" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2006, a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, explica que a banca avaliadora do Enem espera que o candidato desenvolva o texto identificando a importância da leitura na formação das pessoas, mostrando que este hábito traz um enriquecimento único e crítico e que esta constatação verdadeira. Além de expandir os horizontes, a leitura amplia a participação das pessoas na sociedade.
A professora acredita ainda que a banca tem uma visão idealista e romântica dos livros. "O Enem não reconheceu que o livro no Brasil é um artigo caro. Como os textos que foram propostos pela banca, fica claro que a população deve deixar de comer para comprar livros. Saber a importância da leitura para a formação acadêmica e pessoal de um indivíduo não pode apagar a realidade do país", afirmou.
Interpretação do tema redação Enem 2007: O desafio de se conviver com a diferença
No tema de redação "O desafio de se conviver com a diferença" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2007, a banca avaliadora do Enem oferece duas músicas e a Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural da UNESCO.
A professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, explica o candidato poderia considerar todos os tipos de diferença. A ideia é desenvolver o tema a partir dos benefícios que a diversidade traz para a cultura, sociedade e natureza. "A riqueza é a diferença", disse.
Ela afirma que o candidato jamais poderia usar como solução a sobreposição de uma raça ou religião por outra. "Odiar o que é diferente de nós resulta em guerras raciais e religiosas", afirma. "Uma sugestão de desenvolvimento é propor o respeito acima de tudo. Diante do diferente, agir com civilidade, tolerância e respeito", completou.
Interpretação do tema redação Enem 2008: Máquina de chuva da Amazônia
Em 2008, o formato da prova de redação do Enem está completamente diferente dos anos anteriores. Para o tema de redação "Máquina de chuva da Amazônia" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o importante era escolher uma das três medidas propostas e depois iniciar o desenvolvimento do texto.
A professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, explica que o candidato deveria mostrar o que o desmatamento faz com o funcionamento da máquina de chuva que é a Amazônia.
Como solução, o aluno deveria propor o aumento das multas, da fiscalização e o pagamento de uma taxa para incentivar os proprietários das terras a não desmatarem. "Para manter a máquina de chuva funcionando, o equilíbrio ambiental é muito importante", afirma.
Na opinião da professora a melhor opção de desenvolvimento seria a número 1. Para resolver os problemas era preciso mostrar o que daria certo e o que não funcionária dentro da medida proposta, sempre apontando as vantagens e desvantagens de cada escolha.
Interpretação do tema redação Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional
Assim como em outras edições do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), sobre este tema "O indivíduo frente à ética nacional", o estudante deveria apresentar uma proposta de ação social. Além da sátira em relação à falta de honestidade no País, são oferecidos como texto base dois textos que questionavam a tendência por parte dos brasileiros a se acomodar.
De acordo com a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, existem dois posicionamentos possíveis a serem defendidos. O primeiro seria concordando com a tese e, o segundo, defendendo os cidadãos. Ambas possibilidades deveriam ser adotadas com muito cuidado para não ser tendencioso. "A banca examinadora generaliza a sua crítica e dá a entender que ninguém é perfeito", comentou.
Outro ponto interessante a ser desenvolvido é defender a integridade dos cidadãos e reconhecer que existe a banalização da ética. "Os textos base propõem que as pessoas honestas são otárias e que os fins justificam os meios. Basta aparecer a oportunidade para o ser humano fazer as mesmas coisas", afirmou.
Como solução, o candidato poderia mostrar o voto, que é responsabilidade individual, como uma forma de reverter esse ciclo vicioso de corrupção. E que a sociedade é mais uma vítima da corrupção e já está cansada de representantes sem compromisso social.
Interpretação do tema redação Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
De acordo com a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, a banca avaliadora se confundiu na hora de montar a proposta da redação de 2010 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O tema era "o trabalho na construção da dignidade humana". "Os candidatos sentiram muita dificuldade em relacionar os temas. Quem tentou unir se perdeu", afirma.
Os textos fornecidos como base são completamente diferentes. O primeiro é a imagem de um escravo na zona rural. O segundo é um texto otimista sobre o trabalho ideal na zona urbana. O terceiro é a equação do trabalho e da felicidade.
Como sugestão de desenvolvimento, a professora indica a seleção de um tema para que o aluno consiga melhores condições de solução. Caso o candidato optasse pela imagem do trabalho escravo, uma sugestão de solução seria propor uma rigorosa fiscalização deste tipo de exploração, usando fatos atuais, como por exemplo, o trabalho escravo nas zonas urbanas.
Utilizando o texto 2, ele deveria demonstrar no texto o otimismo do trabalho ideal que as cidades oferecem, ou então, ele poderia usar fatos atuais da alta valorização de um bom emprego para dar mais fundamento durante a argumentação.
Interpretação do tema redação Enem 2011: Viver em rede no século XXI
Para o tema de redação "Viver em rede no século XXI. Os limites entre o público e o privado" que caiu na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2011, a professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo Paulista, sugere que o aluno, com suas argumentações, seja capaz de mostrar como estabelecer o limite entre o público e o privado. "Existe a possibilidade de convivência harmoniosa entre o público e o privado. Cada indivíduo deve fazer suas escolhas para mantê-la", afirma.
Como opção de desenvolvimento, o candidato poderia citar alguns exemplos de exposição sem reservas provando que isso é um comportamento de risco. Para dar mais credibilidade ao texto, fatos atuais como a primavera árabe e proibição de internet em Cuba são uma alternativa.
Respondendo a pergunta e, consequentemente dando uma solução ao tema proposto, o estudante deveria indicar um sistema de controle sempre respeitando a liberdade de expressão.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/educacao/enem/noticias/0,,OI5776872-EI8398,00-De+a+veja+a+analise+dos+temas+das+redacoes+do+Enem.html

 

sexta-feira, 9 de março de 2012

AMANHÃ É O GRANDE DIA.

Amanhã é o dia de Jejum e oração, data para incentivar o reavivamento e a reforma espiritual. Não esqueça do Sermão via satélite com o Pr. Ted Wilson.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

MARÇO É O MÊS DA ESPERANÇA

O Colégio de Altamira está plenamente envolvido com a Grande Esperança.