quarta-feira, 22 de agosto de 2012
PASSEATA QUEBRANDO O SILÊNCIO
Neste Sábado apartir das 10h , concentração em frente a Igreja Adventista Central na Djalma Dutra , Próximo a Farmácia BIG BEN.
Quebrando o silêncio
Quebrando o Silêncio é uma campanha da Igreja Adventista do Sétimo Dia que promove ações contra a violência na família, escola e comunidade. A cada ano a campanha ganha uma ênfase especial e a deste ano é ajudar na superação dos traumas da violência para que mulheres, adolescentes, crianças e idosos, que são os mais atingidos por esse mal, consigam viver bem com familiares e amigos.
A Campanha 2012 – Caminho da Superação
“O silêncio é ouro”, mas nem sempre. Por exemplo: É justo ficar calado quando:- Uma em cada três mulheres já foi espancada, forçada a manter relações sexuais ou sofreu algum tipo de abuso?
- A cada oito minutos, um menor é vítima de abuso no Brasil?
- Mais de 150 milhões de meninas e mais de 70 milhões de meninos, em todo o mundo, foram vítimas de violência doméstica?
Quebre o silêncio!
É tempo de unir forças contra a violência! Infelizmente, a cada dia somos bombardeados por notícias aterradoras: pais que agridem bebês até a morte e mães que tiram a vida de recém-nascidos. Diante de tanta barbárie, nos indignamos e não conseguimos entender como um pai ou uma mãe é capaz de cometer atos tão cruéis. Toda e qualquer forma de violência deve ser coibida pelo Estado, repelida pela sociedade e combatida pela família, principalmente se o agredido for um menor, incapaz de se defender.O que podemos fazer?
A ética cristã ensina a receita da convivência ideal: “Façam aos outros o que querem que eles lhes façam” (Mateus 7:12, NVI). Em muitos países, leis são sancionadas visando a proteger de agressores e da negligência, mulheres, crianças e idosos.Autoridades trabalham para minimizar esses males e ONGs atuam em programas de proteção. Há oito anos, a Igreja Adventista desenvolve a campanha Quebrando o Silêncio para prevenir, educar e combater todas as formas de violência doméstica.
O momento é de unir forças e apresentar um posicionamento firme. Orientações por meio de órgãos competentes como: delegacia da mulher, conselho tutelar, disque 100, ligue 180, são maneiras de encontrar segurança e apoio para a superação de traumas. Se você conhece alguém que está sofrendo abuso, e tem medo, ou mesmo sente vergonha de ir a uma delegacia sozinha, coloque-se à disposição para acompanhar essa pessoa.
Participe e envolva seus amigos!
Movimente sua igreja, comunidade ou escola durante o ano todo em datas específicas que estão no calendário e na data especial do Quebrando o Silêncio nas Igrejas Adventistas. Neste ano será no último sábado de agosto. Clique aqui para baixar os materiais para a promoção da campanha.Seu ato poderá salvar uma vida. Se um amigo ou vizinho está sofrendo algum tipo de abuso e não tem forças para reagir e busca em você auxílio, estenda a mão, oriente-o na busca de profissionais que possam ajudá-lo.
Bom exemplo
A Bíblia relata o exemplo do bom samaritano. Ele foi o único a estender a mão para atender um homem que fora vítima de assalto e deixado abandonado e ferido à beira de uma estrada.O samaritano quebrou as barreiras sociais, aproximou-se dele, trouxe alívio às suas dores, levou-o a um lugar seguro e providenciou o necessário para sua completa recuperação. Inspirados pelo exemplo ensinado por Cristo na parábola do bom samaritano, sejamos ativos promotores do amor e do respeito no ambiente da família, na igreja e na comunidade. Combatamos a violência!
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Novos elementos químicos
Por Ruy Ernesto Nóbrega Schwantes
(Imagem: Fotolia/ Michael Brown)
Como é oficializado o nome de um novo elemento químico?
Os elementos chamados naturais, isto é, que existem na natureza, são em número de 92, com números atômicos entre 1 e 94, exceto o Tecnécio (número atômico 43) e o Promécio (número atômico 61). Os outros foram produzidos em laboratórios por reações nucleares de fusão entre os elementos naturais.
Após a preparação de um novo elemento por um laboratório e respectiva divulgação da descoberta, espera-se que outro laboratório confirme os resultados. Após a confirmação (às vezes demora alguns anos), o laboratório que sintetizou o elemento em primeiro lugar, sugere um nome e símbolo para o novo elemento. Um grupo conjunto da IUPAC e da União Internacional de Física Pura e Aplicada (IUPAP) divulga um boletim solicitando que a comunidade científica se manifeste sobre a escolha. Após um período sem comentários ou com as devidas correções o nome é então oficializado. Foi isso o que ocorreu com os dois novos elementos.
Conhecendo um pouco mais esses novos elementos
A síntese desses dois novos elementos foi feita em Dubna na Rússia, em parceria entre dois importantes laboratórios: Laboratório Flerov de Reações Nucleares, um instituto de pesquisa Nuclear da Rússia e o Laboratório Nacional Lawrence Livermore, um laboratório nos Estados Unidos. Os laboratórios escolheram em conjunto os nomes dos novos elementos. Um olhar atento já percebeu a homenagem aos nomes dos laboratórios no nome dos elementos:
Fleróvio – homenagem ao Laboratório Russo e ao cientista Georgiy N Flerov (1913 – 1990) que descobriu a fissão espontânea do Urânio e fundou o instituto de pesquisa nuclear que recebeu o seu nome.
Livermório – homenagem ao Laboratório americano que fica na cidade de Livermore na Califórnia. (O fundador do laboratório americano, E. O. Lawrence, já havia sido homenageado com o nome do elemento de número atômico 103 – Laurêncio)
Na síntese do livermório (Z=116) foram utilizados os isótopos de cálcio-48 (Z=20, A=48) e de cúrio-245 (Z=96, A=245). Lembrando que isótopos são átomos que possuem o mesmo número atômico (Z) e diferentes números de massa (A), portanto, tem o mesmo número de prótons, mas diferente número de nêutrons. O átomo formado pela fusão desses dois isótopos decai quase que imediatamente pela emissão de uma partícula alfa em um átomo de fleróvio-287 (Z=114, A=287), este, por sua vez, também decai pela emissão de partícula alfa, transformando-se no copernício-283 (Z=112, A=283).
O fleróvio (Z=114) também foi sintetizado diretamente pela fusão de um átomo de cálcio-48 (Z=20, A=48) com um átomo de plutônio-242 (Z=94, A=242). O átomo resultante também decai rapidamente, transformando-se no copernício-283 (Z=112, A=283).
Veja a tabela periódica atualizada com os novos elementos.
Dificuldades em tirar dúvidas
Por Jonice Martini
(Imagem: Paula Lobo)
Quando nos deparamos com alunos tímidos, precisamos achar um modo de ajudá-lo. É necessário entender o porquê dessa “vergonha” de se expor em público durante a aula. Se for um aluno do ensino fundamental I (até 5º ano), é mais fácil de trabalhar essa dificuldade, pois a mãe pode pedir para que a professora da classe faça um trabalho individual com essa criança, incentivando-a a falar e conscientizando a sala, a respeitarem o coleguinha quando estiver dando sua opinião ou tirando dúvidas. Muitas vezes a professora não percebe que o aluno nunca faz perguntas por vergonha, a não ser que a mãe leve essa informação para a mesma. Uma outra situação que devemos atentar é quando o aluno apresenta algum problema fonoaudiológico e por isso se sente envergonhado de participar, quando é esse o caso, faz-se necessário encaminhá-lo para um profissional da área para terapia.
Caso seja um aluno do ensino fundamental II ou ensino médio, a mãe pode solicitar à coordenadora ou orientadora educacional do colégio que ajude e encoraje este aluno, e que faça uma entrevista com o mesmo para saber os motivos que o fazem ter vergonha de falar em sala. Verificar se ele já passou por alguma situação constrangedora, se tem dificuldade de relacionamento com algum professor (ou medo) e se esse medo persiste em todas as matérias ou é em alguma matéria especificamente. Após fazer este levantamento, a coordenadora ou orientadora educacional deve, junto com os professores, criar estratégias para ajudar este aluno.
Certa vez um professor de Língua Portuguesa encontrou uma forma bem simples de ajudar seus alunos que tinham dúvidas, mas tinham vergonha de perguntar durante a aula. Ele criou uma caixa dúvidas (pode ser uma caixa de sapato decorada ou outra). Ao final de cada aula, os alunos colocavam bilhetinhos (com seus nomes) dizendo o que não entenderam na aula, ou outras dúvidas pertinentes à matéria. Na aula seguinte, o professor, sem citar o nome dos alunos, tirava 15 minutos iniciais da aula para esclarecer as questões que havia lido nos bilhetes. Os alunos podiam colocar quantos bilhetes quisessem. Foi uma ideia simples que apresentou resultado.
Existem outras estratégias que podem ajudar, mas a mãe deve procurar a escola (na pessoa da professora, coordenadora ou orientadora educacional) e expor a dificuldade do aluno para que família e escola trabalhem juntas, incentivando esse aluno a progredir, valorizando cada conquista dele.
* Jonice Martini é pedagoga, psicopedagoga e especialista em Educação Especial.
Gostar de ficar doente
Por Vida e Saúde
Muitos pais não sabem como lidar com seus filhos quando eles adoecem.
Acabam gratificando a criança mais do que quando ela está saudável. Isso
pode prejudicá-la no futuro, porque ela gostará de “ficar doente” para
obter os mesmos benefícios afetivos que tinha quando era menor a fim de
receber carinho e cuidados especiais.
A equipe do Dr. Whitehead, da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, fez uma pesquisa científica interessante. A equipe solicitou a um grupo de 832 adultos, escolhidos aleatoriamente, que descrevessem como seus pais atuavam quando ficavam gripados. Já os que sofriam da Síndrome do Cólon Irritável (distúrbio que pode causar diarreia, constipação intestinal e dor abdominal, cujos fatores emocionais desempenham papel importante) disseram que seus pais procuravam agradá-los dando presentes e brinquedos toda vez que estavam doentes. Essa informação, unida a outros estudos, mostra que os adultos tendem a experimentar os mesmos sintomas que chamavam a atenção de seus pais quando eram crianças ou sintomas que eles viam nos pais.
Então, por exemplo, quando os pais permitiam que uma criança faltasse à escola quando apresentava sintomas intestinais, mas não quando estava com gripe, na vida adulta parece existir maior propensão a ter sintomas intestinais e não gripe. Muitas adolescentes que haviam despertado o interesse afetivo da mãe quando apresentavam cólicas menstruais, tiveram a tendência a ter mais cólicas menstruais na vida adulta do que outras mulheres.
Isso mostra que um comportamento doentio pode ser aprendido quando é recompensado. Por isso, é importante que os pais façam o seguinte:
Evite dar a impressão, seja por comentários ou atitudes, de que você vê a doença como forma de evitar tarefas desagradáveis em sua própria vida. Os filhos imitam os pais.
Lide com a doença de maneira realista. Quando um filho adoece é normal oferecer repouso, carinho e conforto, mas se você também dá presentes e outros agrados, pode dar a impressão a ele e aos irmãos de que a criança doente é mais amada do que a criança sadia.
Tenha bom senso. Algumas queixas físicas que a criança apresenta em dias de véspera de provas, as quais desaparecem de repente, quando você liga a televisão, ou deixa brincar um pouco mais, não devem ser valorizadas. Por outro lado, sintomas como febre, distensão abdominal, sangramento retal, vômitos, requerem atenção. Na dúvida, consulte o pediatra ou o clínico da família.
Observe-se a si mesmo, para ver se você não trata um filho doente (ou não), diferentemente de outro filho. Talvez você negue essa possibilidade, mas tratar cada filho de modo diferente é mais comum do que pensamos. Você pode amá-los igualmente, mas usar maneiras afetivas diferentes com um e com outro. A mudança positiva da atitude dos pais tem início quando eles percebem esse fato e entendem que precisam lutar com seus fatores emocionais pessoais, fatores que os fazem agir de maneira diversa com os filhos, seja na saúde ou na doença deles.
[Fonte: Vida e Saúde – janeiro 2012, p.24]
(Imagem: Daniel Oliveira)
A equipe do Dr. Whitehead, da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, fez uma pesquisa científica interessante. A equipe solicitou a um grupo de 832 adultos, escolhidos aleatoriamente, que descrevessem como seus pais atuavam quando ficavam gripados. Já os que sofriam da Síndrome do Cólon Irritável (distúrbio que pode causar diarreia, constipação intestinal e dor abdominal, cujos fatores emocionais desempenham papel importante) disseram que seus pais procuravam agradá-los dando presentes e brinquedos toda vez que estavam doentes. Essa informação, unida a outros estudos, mostra que os adultos tendem a experimentar os mesmos sintomas que chamavam a atenção de seus pais quando eram crianças ou sintomas que eles viam nos pais.
Então, por exemplo, quando os pais permitiam que uma criança faltasse à escola quando apresentava sintomas intestinais, mas não quando estava com gripe, na vida adulta parece existir maior propensão a ter sintomas intestinais e não gripe. Muitas adolescentes que haviam despertado o interesse afetivo da mãe quando apresentavam cólicas menstruais, tiveram a tendência a ter mais cólicas menstruais na vida adulta do que outras mulheres.
Isso mostra que um comportamento doentio pode ser aprendido quando é recompensado. Por isso, é importante que os pais façam o seguinte:
Evite dar a impressão, seja por comentários ou atitudes, de que você vê a doença como forma de evitar tarefas desagradáveis em sua própria vida. Os filhos imitam os pais.
Lide com a doença de maneira realista. Quando um filho adoece é normal oferecer repouso, carinho e conforto, mas se você também dá presentes e outros agrados, pode dar a impressão a ele e aos irmãos de que a criança doente é mais amada do que a criança sadia.
Tenha bom senso. Algumas queixas físicas que a criança apresenta em dias de véspera de provas, as quais desaparecem de repente, quando você liga a televisão, ou deixa brincar um pouco mais, não devem ser valorizadas. Por outro lado, sintomas como febre, distensão abdominal, sangramento retal, vômitos, requerem atenção. Na dúvida, consulte o pediatra ou o clínico da família.
Observe-se a si mesmo, para ver se você não trata um filho doente (ou não), diferentemente de outro filho. Talvez você negue essa possibilidade, mas tratar cada filho de modo diferente é mais comum do que pensamos. Você pode amá-los igualmente, mas usar maneiras afetivas diferentes com um e com outro. A mudança positiva da atitude dos pais tem início quando eles percebem esse fato e entendem que precisam lutar com seus fatores emocionais pessoais, fatores que os fazem agir de maneira diversa com os filhos, seja na saúde ou na doença deles.
[Fonte: Vida e Saúde – janeiro 2012, p.24]
Não seja vítima da transiência!
| Por Lilian Martins Larroca
(Imagem: Eléonore H/Fotolia)
O que é transiência?
A transiência é uma experiência que acontece com todos. Na verdade, ela é uma espécie de curva do esquecimento – o caminho normal de uma memória que se perdeu com o correr do tempo. Isso acontece por um motivo: nosso cérebro não costuma deixar em lugar “visível” as informações que não são consideradas importantes. Se a informação foi considerada importante, ele deixa em destaque em sua mente. Se você disse a ele, através de seu comportamento, que aquilo não tinha importância, é como se ele guardasse em alguma gaveta, e você não conseguirá recuperar essa memória facilmente.
Algumas experiências mostram como é fácil esquecer uma informação e cair nas teias da transiência. Um grupo de pessoas foi orientado a ler o texto de um livro didático e, depois de alguns dias, tiveram que fazer provas a respeito do assunto. Os resultados foram desanimadores:
- 1 dia depois, as pessoas se lembravam de 54% das informações estudadas;
- 7 dias depois, lembravam-se de 35% do material estudado;
- 14 dias depois, lembravam-se de 21% do material estudado;
- 21 dias depois, eles se lembravam de 8% do material estudado.
Se, em sua escola, existe uma semana de avaliações por mês, é muito provável que você faça a prova 21 dias depois da introdução da matéria. Portanto, se o seu cérebro não entendeu que a matéria é importante, você pode ser vítima da transiência.
Como dizer ao cérebro que a informação é importante?
Como você sabe, seu cérebro não “escolhe” o que é importante sozinho. Ele fará essa seleção de acordo com o que você faz com essa informação. Se você não usar essa informação, ele entenderá que ela não é importante. No cérebro, existe apenas uma regra: “Use ou perca!”
Como evitar a transiência:
Para não cair nas garras da transiência, siga estas dicas:
- Leia a matéria antes mesmo de o professor ensinar: Essa atitude faz com que a explicação do professor faça ainda mais sentido e desperte mais sua atenção. A aula do professor encontrará em sua mente um solo já preparado para o conhecimento criar raízes.
- Preste atenção durante a aula: Se você não direcionar sua atenção para o professor durante a explicação, seu cérebro entenderá que isso não é importante, e vai jogar essas informações na gaveta do esquecimento.
- Faça as tarefas solicitadas: Cada tarefa que você faz referente a um assunto é uma maneira de rever aquela matéria. Além disso, fazer os exercícios exige um processamento mais profundo que a leitura. Não desperdice essa oportunidade.
- Faça revisões da matéria: Mesmo sem ter tarefas sobre a matéria, revise. Isso faz com que o cérebro forme redes de longo prazo. Na semana em que a matéria foi explicada, revise várias vezes. Depois, revise uma vez por semana até chegar a data da prova.
- Recorde na véspera da prova: Depois de ter feito esse processo, é só relembrar os pontos principais da matéria na véspera da prova.
Siga essas dicas e tenha ótimos resultados!
Orientação Profissional
Biomedicina
A Biomedicina é a área das ciências biológicas que está voltada para a pesquisa das doenças humanas, suas causas e meios de tratamento.
O biomédico trabalha em hospitais, laboratórios e instituições públicas de saúde. Estuda os causadores de enfermidades e identificando e classifica os micro-organismos para combater essas doenças. Trabalha em parceria com outros profissionais da saúde, como biólogos médicos, farmacêuticos e bioquímicos.
As possibilidades de atuação no mercado são amplas. Há pelo menos vinte áreas específicas para o biomédico. Veja algumas:
- Anatomia
- Análises (clínicas, bromatológicas e ambientais)
- Biologia molecular
- Biotecnologia
- Farmacologia
- Imunologia
- Patologia
- Vigilância sanitária
Esse profissional deve ficar atento às ofertas de trabalho de acordo com a área para a qual está habilitado pelo curso. Está em alta lidar com a tecnologia em pesquisas laboratoriais, perícia criminal, indústria de alimentos e indústria farmacêutica. Cresce a demanda por biomédicos na área de citologia oncológica (prevenção de câncer). O salário inicial fica em torno de R$ 1.600,00.
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